15 de outubro de 2017

Panquecas (sem glúten e sem açúcar)

Muito dificilmente tomo o pequeno-almoço, apenas um café longo ou normal dependendo da disposição. Quando comecei a mudar os meus hábitos alimentares comia, ao  pequeno-almoço, 2 ovos, abacate, frutos vermelhos, às vezes, ainda com cogumelos salteados ou batata doce assada (que tivessem sobrado doutra refeição). Aos poucos fui deixando de conseguir comer tanto e fui diminuindo a quantidade até, naturalmente, ter deixado de tomar o pequeno almoço por não sentir fome de manhã. Muito raramente faço estas panquecas, mas andava-me a apetecer banana frita e achei que combinava bem com esta receita. Esta receita leva polvilho doce, que é fécula de mandioca e não contém glúten. Costumo encontrar na secção das farinhas, no supermercado, e costumo comprar este. São muito boas com queijo derretido e uma fatia de presunto fininha (uso presunto que só tenha como ingredientes porco e sal, quando não encontro nacional compro presunto de Parma, normalmente no Lidl que é mais barato) ou com fruta no interior, a minha favorita é banana da Madeira frita em óleo de coco. O meu filho queria com Nutella, mas eu já não compro Nutella e tenho andado para fazer um creme de chocolate preto e avelãs, tipo Nutella, mas ainda não fiz, então improvisámos. O meu irmão mais velho visitou-nos esta semana e trouxe-nos um Toblerone de chocolate preto com nougat de mel e amêndoas. Derretemos 1 triângulo de um chocolate de 360g, no micro-ondas, com uma colher de café de manteiga e um salpico de leite. Ele adorou! Mas vou ter que fazer o tal creme de chocolate preto e avelãs porque isto de improvisar nem sempre dá certo! Faço as panquecas numa frigideira antiaderente pequena, onde normalmente faço os ovos (cabem 2) e gosto delas fininhas, tipo crepe. Esta receita descobri-a num grupo do facebook, não consigo agora dizer quem terá sido o autor/a.


Ingredientes (para 6 panquecas):
3 ovos

3 colheres de sopa de iogurte grego natural (uso o do Lidl)
3 colheres de sopa de polvilho doce
1 pitada de sal (opcional)


Preparação:
Numa taça bata os ovos com um garfo, misture o iogurte e o polvilho. Aqueça uma frigideira antiaderente, se quiser coloque um pouco de óleo de coco ou de manteiga, na minha não é necessário. Coloque massa até cobrir o fundo. Aguarde até a massa de cima começar a secar e vire ao contrário com uma espátula. Como faço na frigideira pequena nunca tive problemas em virá-las. Coloque o recheio que pretender ou coma-as simples!



Para fazer com banana frita, eu frito uma banana pequena às rodelas em óleo de coco e coloco a massa por cima da banana,  e depois viro com cuidado até estar cozinhada. Quando faço com fruta coloco massa de duas panquecas, ou seja faço uma maior, em vez de duas.


Para fazer com queijo e presunto, depois de virar a panqueca coloco 1 fatia de queijo (normalmente Gouda fatiado que derrete bem, mas poderá ser qualquer um) e uma fatia de presunto, dobro a panqueca, coloco a tampa, só uns segundos até o queijo derreter.



14 de outubro de 2017

Cookies de chocolate

Costumo fazer cookies de chocolate para o meu adolescente favorito desde que deixámos de comprar bolos e bolachas de compra. Já que o meu guloso gosta tanto de um docinho prefiro fazê-los eu, com bons ingredientes e sem açúcar refinado. Costumo fazer dois tipos de cookies de chocolate. Esta receita é a minha favorita, o meu filho gosta igualmente das duas. Costumo fazer mais vezes a outra receita, que brevemente colocarei aqui, porque é mais fácil. Mas estes cookies acho que são de facto divinais para quem dá importância, ou não, a alternativas alimentares. São simplesmente F A B U L O S O S! É sempre um perigo fazê-los porque dificilmente resisto a "roubar" um de vez em quando (shiuuu que ele não pode saber!). Estes biscoitos não têm glúten. A receita original é da página Texanerin Baking.







Ingredientes:
100g de farinha de amêndoas sem pele

30g de farinha de coco
1 c. chá de bicarbonato de sódio
1/2 colher de sobremesa de sal marinho fino (uso este sal cinzento que adoro) 
85g de óleo de coco ou manteiga sem sal à temperatura ambiente (se o óleo de coco não estiver sólido coloque-o no frigorífico durante 10/20 minutos até ficar mais firme. Se a massa estiver muito gordurosa do óleo de coco líquido torna-se difícil incorporar o as pepitas de chocolate)
110g de açúcar de coco (pode usar açúcar mascavado) (a receita original leva mais açúcar mas aos poucos tenho vindo a reduzir) (a autora não aconselha o uso de mel nestes biscoitos)
100g de manteiga de amêndoa caseira à temperatura ambiente
1 1/2 c. de chá de extrato de baunilha
1 ovo grande
100g de pepitas de chocolate preto (usei 100g de chocolate 70%, cortado em bocados pequenos com uma faca, o que é uma seca, mas ainda não encontrei pepitas de chocolate preto a preços razoáveis)


Manteiga de amêndoa caseira


Preparação:
Numa taça média, misture a farinha de amêndoa, a farinha de coco, o bicarbonato de sódio e o sal. Reserve. Numa taça maior, e com a batedeira em velocidade média, misture bem o óleo de coco (ou a manteiga) com o açúcar, durante cerca de um minuto. Misture a manteiga de amêndoa, continuando a bater em velocidade média e o extrato de baunilha. Acrescente o ovo numa velocidade baixa e bata até estar bem misturado. Com uma colher incorpore a mistura de farinha e a seguir as pepitas de chocolate. Se tiver usado açúcar de coco coloque a taça no frigorífico cerca de 1 hora ou até a massa estar firme.

Aqueça o forno a 175ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal. Faça bolas com a massa e coloque-as no tabuleiro achatando-as ligeiramente com a palma da mão. Leve ao forno por 11/17 minutos. Se usar açúcar de coco, normalmente necessitam de menos uns minutos do que com açúcar mascavado, mas vá verificando e retire os cookies assim que começarem a ficar acastanhados. Tem que ter cuidado para não deixar queimar. Deixe arrefecer e guarde-os num recipiente bem fechado. 



13 de outubro de 2017

Manteiga de amêndoa

Aqui em casa voltou-se aos velhos tempos em que se fazia tudo de raiz. Nada de comprar produtos industrializados e processados, sem fundamentalismos, claro. Assim, como as bolachas para agradar o adolescente cá do sítio já só são feitas em casa, parte dos ingredientes são feitos também cá em casa. Compramos só a matéria prima. Neste caso a Bimby é, sem dúvida, uma boa ajuda. Independentemente do nosso estilo de alimentação, não deixa de ser uma ajuda preciosa. Quem diz a Bimby, diz qualquer outro processador de alimentos com mais ou menos as mesmas funções. Costumo fazer dois tipos de cookies de chocolate para o meu filho e ambas as receitas levam manteiga de amêndoa. Compro as amêndoas com pele e faço a manteiga de amêndoa na Bimby. O que sobrar guarda-se no frigorífico. Pode durar até um mês, mas aqui não dura tanto. Há quem use, também, a manteiga de amêndoa, para barrar panquecas, pedaços de fruta e cenoura, por exemplo, há quem coloque no iogurte grego...enfim, o que a imaginação ditar. Cá por casa tem servido apenas para fazer os cookies de chocolate! 



Ingredientes:
400g de amêndoas com pele

1/2 colher de sobremesa de sal marinho ou flor de sal 

 

Preparação:

Aqueça o forno a 150º e coloque as amêndoas num tabuleiro a tostar cerca de 10/15 minutos. Ao fim de 12 minutos verifique se já estão tostadas (consegue, até, perceber pelo cheirinho maravilhoso que se liberta) para não queimarem. No meu forno 12 minutos tem sido o tempo suficiente. Retire-as e deixe arrefecer. Coloque na bimby e triture na velocidade 7. Inicialmente as amêndoas vão-se transformar em farinha e com a continuação vão-se transformar em manteiga. Se necessário pare a bimby e limpe as paredes da bimby com uma espátula para retirar a farinha de amêndoa que aí se acumular. Se utilizar uma liquidificadora, por exemplo, pode demorar algum tempo até se transformar em manteiga, é preciso ter paciência. Na bimby tem demorado cerca de 2 minutos mas há quem demore 5 minutos, pode depender da amêndoa e da gordura que ela liberta.




3 de outubro de 2017

Pescada cozida com couve, brócolos salteados e pimentos assados

A refeição de hoje fez-me viajar no tempo. Soube-me tão, tão bem que apesar de ser um prato tão básico eu tinha mesmo que lhe fazer referência. Graças à Peixinho da Lota eu pude saborear uma pescada como há muito não saboreava. Desde o tempo em que a minha mãe a fazia cozida com ovo e feijão verde. E o que eu gostava daquilo. Já não me lembrava que a pescada sabia tão bem. Não fiz com feijão verde, que não tinha, mas fiz com brócolos, salteados para os adultos e apenas cozidos para o filhote, que adora brócolos, couve e pimentos assados que eu amo e acho que era capaz de comer todos os dias sem enjoar!


Ingredientes:
3 pescadas brancas do mar

3 ovos cozidos 
couve cozida (neste caso uma mistura de lombarda e coração, para acabar com as que aqui andavam)
pimentos vermelhos e/ou verdes assados 
Brócolos cozidos e salteados
2/3 dentes de alho
sal, azeite q.b

Preparação:
Coza os legumes, os ovos e o peixe em recipientes diferentes e em água temperada com sal. Corte os pimentos ao meio, coloque-os num tabuleiro forrado com papel vegetal e pincele-os com azeite. Leve à parte superior do forno aquecido a 200º, durante cerca de 20/30 minutos. Retire-os, deixe arrefecer, tire a pele e corte aos pedaços. Tempere com sal, azeite e vinagre. Por vezes também coloco no forno a assar uma cebola envolta em papel de alumínio que depois junto aos pimentos. 
Escorra a couve e tempere com alho, vinagre e azeite extra virgem. Escorra os brócolos e pode servir apenas com azeite ou salteá-los num wook ou frigideira com azeite aquecido e dentes de alho. O peixe, cada um temperou a gosto, eu temperei com azeite e vinagre, antigamente costumava temperar também com alho, mas já tinha os brócolos e a couve com alho e não quis abusar!

1 de outubro de 2017

Pão de banana com nozes

Cá em casa andamos numa de reeducação alimentar. Optamos sempre que possível por alimentos naturais (comida de verdade), evitamos ao máximo produtos processados, açúcares e cereais. O paladar educa-se e por isso fomos introduzindo vegetais que não consumíamos, ou que não usávamos regularmente, e hoje temos um leque de opções muito mais variado. Não é difícil. Quem não gosta de carne, peixe, ovos e legumes? A alimentação tornou-se mais simples mas o paladar mais apurado e, agora, as comidas simples são as que sabem melhor! A maior dificuldade nesta mudança é o mais novo cá de casa. Sopa: come qualquer uma; vegetais cozinhados: só brócolos e cogumelos; saladas: só alface e cenoura ralada. Mas o pior mesmo são as tentações que andam por aí (bolachas, chocolates, croissants, etc), muitos deles disponíveis na escola. Então os lanches para levar para a escola são um desafio e fazem-me puxar pela cabeça. A ideia é arranjar lanches que ele goste e que sejam nutritivos e saciantes e de preferência não lhe deem vontade de comprar nada na escola. Assim, entre outras coisas, que hão de aparecer por aqui, ele tem levado, para a escola, este pão de banana de que todos nós gostamos muito. Quando fiz este "pão" fatiei e congelei e vou tirando conforme é preciso. A receita original é do site Cook Eat Paleo. O aspeto das fotos pode não ser o melhor mas garanto que o sabor é! Ainda por cima sem farinha, açúcares refinados e laticínios!



Ingredientes:
2 ovos

2 bananas maduras esmagadas com um garfo 
50g de mel
1 c. sopa de sumo de limão
300g de farinha de amêndoa
1 c. de chá de bicarbonato de sódio
1 c. de chá de sal marinho
1/2 chávena de nozes partidas (se preferir acrescente pepitas de chocolate)




Preparação:

Aqueça o forno a 180º e forre uma forma de bolo inglês com papel vegetal, em alternativa pode untar a forma. Bata os ovos com a batedeira durante cerca de 2/3 minutos. Adicionar as bananas e mexer até estar bem misturado. Juntar o mel e o sumo de limão e misturar. À parte, misture a farinha de amêndoa com o bicarbonato de sódio e o sal e junte ao preparado anterior misturando bem. Acrescente as nozes à massa (ou as pepitas de chocolate). Coloque o preparado na forma e leve ao forno durante cerca de 40 minutos ou até um palito introduzido no centro sair limpo. Se pretender, depois de frio, pode fatiar e congelar.

10 de setembro de 2017

Ratatouille

Há muito que andava para fazer esta receita. Comi este prato pela primeira vez em França, já há alguns anos, em casa da minha querida tia Emília e lembro-me que adorei. Desde então já lhe perguntei como ela fazia este prato umas poucas de vezes mas nunca aponto e acabo por me esquecer. Normalmente, nesta receita, os legumes são "estufados" mas eu sempre soube que preferia fazer no forno. Acabei por andar a pesquisar algumas receitas e fiz as modificações que eu entendi. O resultado não podia ter sido melhor. Só tenho pena de não ter feito mais quantidade pois desapareceu tudo num instante! O prato serviu para acompanhar umas perninhas de frango assadas, para mim e para o meu marido, e já está na ementa da próxima semana, mas das próximas vezes tenho que dobrar ou triplicar a receita.

Achei o molho de tomate caseiro muito importante para o sucesso final da receita, por isso é algo que eu acho que não pode ser dispensado. O molho de tomate pode ser feito em mais quantidade e se sobrar pode-se congelar. Este molho serve para as pizzas, por exemplo, e serviu para misturar com a massa que o meu filho comeu. De cada vez que ele entrava na cozinha dizia: "Cheira aqui tão bem!".

Não costumo comer beringela e estava um pouco receosa, mas o resultado final, sem dúvida, não podia ter sido melhor. Podem usar os legumes que gostarem mais. Eu fiz questão de colocar cebola (às meias luas) entre as camadas porque nós gostamos muito. A quantidade necessária de legumes pode variar de acordo com o tamanho deles, assim como o tamanho do tabuleiro usado. As ervas aromáticas também fazem a diferença, neste caso usei três, infelizmente não tinha frescas, mas, como disse, ficou maravilhoso assim e não quero mudar nada das próximas vezes. Ainda bem que fui apontando o que ia fazendo e estou já a passar a receita para o Blog para não me acontecer como tantas outras vezes em que eu "inventei" refeições deliciosas e depois esqueci-me de como as fiz. Esta vai ser daquelas receitas para sempre. Uma ótima maneira de comermos legumes variados e um excelente acompanhamento para as refeições de carne ou peixe! As fotos não fazem jus ao prato porque a preguiça fez com que tirasse as fotos com o telemóvel.




Ingredientes para o molho:
1 cebola média
2 dentes de alho
Azeite
4 tomates maduros (usei cacho)
80ml de água
sal, orégãos, manjericão e tomilho q.b.

Ingredientes para o "recheio":
1 beringela pequena fatiada (polvilhei com sal e deixei a escorrer 30m antes, li algures que se devia fazer para a beringela não amargar)
1 pimento vermelho fatiado
meia curgete fatiada (arranjei uma inteira mas sobrou cerca de metade)
1 cebola fatiada e cortada em meias luas
3 tomates cacho fatiados
sal, orégãos, manjericão e tomilho q.b.


Preparação bimby:
Coloque, para o molho, no copo da bimby a cebola, os dentes de alho e o azeite, pique 15s/5. Leve a refogar 5m/100º/1. Acrescente o tomate aos cubos, a água e os temperos. Deixe na temperatura Varoma até reduzir a água para cerca de metade, ou até estar com uma consistência mais espessa, pode ir até aos 25m, ou mais, dependendo da água do tomate. Retificar os temperos e triturar o tempo que achar necessário na velocidade 6.
Colocar molho numa travessa, pirex ou qualquer recipiente de ir ao forno, só até cobrir o fundo. O que sobrar (se sobrar) congele.
Dispor as rodelas de legumes intercaladas sacudindo o sal em excesso da beringela. Eu prefiro fazer uma só camada mas pode fazer mais. Tempere com um fio de azeite, sal e as ervas aromáticas.
Leve a assar em forno aquecido a 180º, durante cerca de 30 minutos. Eu deixei mais 10 minutos para secar a água dos legumes. Servir e deliciar-se!

Preparação tradicional:

Coloque, para o molho, num tacho ao lume a cebola picada, os dentes de alho picados, o azeite e leve a refogar até a cebola estar mole. Acrescente o tomate aos cubos, a água e os temperos. Deixe na temperatura cozinhar até reduzir a água para cerca de metade, ou até estar com uma consistência mais espessa. Retificar os temperos e triturar com a varinha mágica o tempo que achar necessário.
Colocar molho numa travessa, pirex ou qualquer recipiente de ir ao forno, só até cobrir o fundo. O que sobrar (se sobrar) congele.
Dispor as rodelas de legumes intercaladas sacudindo o sal em excesso da beringela. Eu prefiro fazer uma só camada mas pode fazer mais. Tempere com um fio de azeite, sal e as ervas aromáticas.
Leve a assar em forno aquecido a 180º, durante cerca de 30 minutos. Eu deixei mais 10 minutos para secar completamente a água dos legumes. Servir e deliciar-se!




8 de setembro de 2017

Gratinado de carne picada com alho francês e cogumelos

Ainda na busca de receitas fáceis de preparar, experimentei esta da revista Bimby de janeiro 15. No original a receita chama-se Gratinado de carne picada com alho francês e fiambre, eu fiz algumas alterações. O pessoal cá de casa gostou e disse que podia repetir.



Ingredientes:
200g de queijo flamengo
300g de natas
220g de cebola
100g de azeite
800g de carne de bovino picada
1 c. sopa de mostarda
2 c. chá de orégãos
sal e pimenta q.b.
300g de alho francês cortado aos pedaços
300g de cogumelos frescos cortados em quartos

Preparação bimby:
Coloque no copo o queijo e rale 5s/9. Retire para uma taça, adicione 200g de natas e envolva. Reserve. Coloque a cebola e 50g de azeite azeite no copo e pique 5s/5, de seguida refogue 5m/Varoma/1. Adicione a carne, a mostarda, os orégãos, o sal e a pimenta  e salteie  9m/100º/1. Adicione 100g de natas e cozinhe 3m/100º/1. Deite num pirex e reserve. Pré-aqueça o forno a 200º. Coloque no copo o alho francês e pique 5s/6. Adicione 50g de azeite e os cogumelos e cozinhe 10m/Varoma/CI. Envolva no preparado de carne picada, cubra com a mistura de queijo e natas reservada e leve a forno a 200º cerca de 20 minutos  ou até gratinar. Sirva com batata frita ou outro acompanhamento a gosto. 

Preparação tradicional:
Rale ou pique o queijo, retire para uma taça, adicione 200g de natas e envolva. Reserve. Pique a cebola e leve ao lume com 50g de azeite, deixe refogar cerca de 5m. Adicione a carne, a mostarda, os orégãos, o sal e a pimenta  e salteie  9m. Adicione 100g de natas e cozinhe mais 3m. Deite num pirex e reserve. Pré-aqueça o forno a 200º. Pique o alho francês ou em alternativa corte-o em rodela muito finas. Leve ao lume o alho francês co o restante azeite e os cogumelos cortados em quartos durante cerca de 10m. Envolva no preparado de carne picada, cubra com a mistura de queijo e natas reservada e leve a forno a 200º cerca de 20 minutos  ou até gratinar. Sirva com batata frita ou outro acompanhamento a gosto.

19 de dezembro de 2016

Bolo de Mirtilos

Este bolo passou a ser obrigatório no Natal. É absolutamente maravilhoso ou não fosse mais uma receita fantástica da Clara de Sousa. A única coisa que não faço é a cobertura de glacê. Fica perfeito com açúcar em pó, ou mesmo sem nada! Aconselho vivamente a experimentarem! Boas festas!





Ingredientes:
MASSA:

350g farinha T55 c/ fermento (farinha para bolos) + 1 colher de chá para juntar aos mirtilos
1 colher de chá de fermento em pó
Meia colher de chá de sal fino
220g de manteiga sem sal, à temperatura ambiente
200g de açúcar
180g de açúcar amarelo
4 ovos L
1 colher de chá de extracto de baunilha
2 iogurtes naturais (125gx2) - eu uso gregos
250g de mirtilos frescos (não usar frutos congelados)
Raspa de 1 limão
Manteiga ou spray para untar a forma

GLACÊ PARA COBERTURA*:
200g açúcar em pó
40ml sumo de limão
*em alternativa, pode polvilhar apenas com açúcar em pó q.b.

Preparação:
Numa taça, misture a farinha, o fermento em pó e o sal. Mexa e reserve. Noutra taça junte a manteiga e os açúcares e bata a alta velocidade até ficar um creme homogéneo. Se necessário, use uma espátula para soltar o creme que se agarra às paredes da taça. Junte os ovos, um a um, batendo bem entre cada nova adição. Junte o extracto de baunilha. Reduza a velocidade e junte a farinha em três vezes, intercalada com os iogurtes (1/3 da farinha - 1 iogurte - 1/3 da farinha - 1 iogurte - 1/3 da farinha), batendo até ficar incorporado, antes de uma nova adição.

Numa taça pequena, coloque os mirtilos, a raspa do limão e a colher de chá de farinha e misture bem para que a farinha se agarre aos frutos (isto evitará que eles “caiam” para o fundo da forma), e envolva-os delicadamente na massa do bolo. Unte muito bem uma forma média com buraco. Verta-lhe a massa e dê-lhe umas pancadas sobre a bancada, para a massa encaixar bem em todos os recantos (isto é particularmente importante na forma BUNDT, que usei, já que é ondulada). Leve a forno pré-aquecido a 180º C durante 60 a 70 minutos, ou até que, fazendo o teste do palito, este saia seco. Quando estiver cozido, retire do forno e coloque a forma sobre uma grade de arrefecimento.
Deixe que o bolo arrefeça. Quando tiver apenas um calor residual, desenforme-o sobre a grelha de arrefecimento e deixe-o arrefecer totalmente antes de decorar. Se tentar desenformar o bolo ainda quente ele vai desmanchar-se!

FAÇA O GLACÊ: Esprema o sumo do limão e passe-o por um coador. Misture o açúcar em pó com o sumo de limão e bata muito bem com vara de arames para ficar homogéneo. Verta-o sobre o bolo totalmente frio (colocado sobre a grade com um tabuleiro por baixo) e deixe o excedente do glacê escorrer para o tabuleiro. Em alternativa, pode apenas polvilhar o bolo com um pouco de açúcar em pó.

18 de outubro de 2015

Bacalhau com natas

Confesso que nestes quase 5 anos que tenho a bimby nunca me tentei a fazer a receita do livro base de bacalhau com natas, isso porque, para mim, bacalhau com natas não se faz com batata palha. Ora acontece que um dia destes apetecia-me bacalhau com natas e tinha pouco tempo para o fazer e por isso pensei "porque não?". Só posso dizer que foi um sucesso cá em casa. O mais novo, que repetiu várias vezes, disse "Tens que fazer este prato frequentemente. É bué de bom!" Pronto, parece que se vai fazer bacalhau com natas mais vezes cá em casa! 


Ingredientes:
2 papo secos
1+2 dentes de alho
1 punhado de coentros frescos
1 cebola grande ou 2 pequenas (cerca de 250g)
50g de azeite
500g de bacalhau demolhado e desfiado
400g de batata palha
Bechamel:
1l de leite magro
100g de farinha
50g de manteiga
sal, pimenta moída na hora e noz moscada
200g de natas para culinária light


Preparação bimby:
Coloque no copo 1 dente de alho, o pão (pode ser duro ou não, eu prefiro mais fresco porque fica mais crocante) e os coentros. Rale 15s/7. Retire e reserve.
Coloque no copo o azeite, o restante alho, a cebola e pique 5s/5. Refogue 5m/Varoma/1. Adicione o bacalhau escorrido e programe 5m/varoma/CI. Coloque num pirex, alternadamente, batata e bacalhau e misture com a ajuda de uma espátula. Pré-aqueça o forno a 180º.
Sem lavar o copo, coloque todos os ingredientes do bechamel, exceto as natas e programe 8m/90º/4. No final deste tempo acrescente as natas e programe 2m/90º/4. Deite por cima do preparado e envolva. Espalhe por cima o pão ralado e leve ao forno cerca de 15 minutos ou até alourar.


Preparação tradicional:
Numa picadora triture 1 dente de alho, o pão (pode ser duro ou não, eu prefiro mais fresco porque fica mais crocante) e os coentros. Retire e reserve.
Coloque num tacho o azeite, o restante alho, a cebola picada (ou em meias luas, se preferir) e refogue uns minutos. Adicione o bacalhau escorrido e deixe mais uns minutos ao lume, até o bacalhau estar cozinhado. Coloque num pirex, alternadamente, batata e bacalhau e misture com a ajuda de uma espátula. Pré-aqueça o forno a 180º.
Para o bechamel, coloque a manteiga num tacho, deixe derreter, junte-lhe a farinha e mexa bem. Sempre em lume brando vá acrescentando o leite morno, em fio, mexendo sempre com a vara de arames. Tempere com sal, pimenta e noz-moscada a gosto e deixe cozer em lume brando durante cerca de 6 minutos. No final deste tempo acrescente as natas e deixe cozinhar mais 2/3 minutos.  Deite por cima do preparado e envolva. Espalhe por cima o pão ralado e leve ao forno cerca de 15 minutos ou até alourar.


14 de outubro de 2015

Penne com requeijão

Uma das massas favoritas dos adultos cá de casa. O mais novo tem a mania que não gosta. Há-de aprender a gostar. É fácil de fazer e super saborosa. A receita é do chefe Henrique Sá Pessoa, fica aqui como eu faço.


Ingredientes:
300g de penne
Azeite q.b.
250g de tomate-cereja
meio pacote de espinafres bebé
1 frasco de azeitonas pretas descaroçadas
2/3 dentes de alho
Tomilho
Sal e pimenta
1 requeijão de Seia


Preparação:
Coza a massa em água com sal a ferver, de acordo com o tempo indicado na embalagem.
Corte os tomates-cereja ao meio e lamine o alho. Escorra a massa depois de pronta e coloque-a numa taça. Junte um fio de azeite para não colar e mexa.
Aqueça azeite com os alhos numa frigideira e junte os espinafres, salteie um pouco e junte as azeitonas pretas, acrescente o tomate no final (nós não gostamos do tomate muito cozinhado) e tempere com tomilho. Retire tudo do lume e junte à massa. Envolva tudo. Tempere com sal, azeite e pimenta. Parta o requeijão de Seia com as mãos e junte ao preparado.